Thursday, April 23, 2020

Atual prefeito de BH Alexandre Khalil lidera intenções de voto para o cargo em 2020

Falta pouco tempo para as eleições municipais de 2020 e já saiu a primeira pesquisa de intenção de votos levando em consideração a lista de pré-candidatos a prefeitura do Rio de Janeiro 2020. Entre os nomes cotados está Alexandre Kalil (PSD) atual prefeito da cidade, e que também lidera as intenções de voto das eleições atuais até o momento.

De acordo com a pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Logistas de Belo Horizonte, Khalil está liderando todos os cenários estimulados e na pesquisa espontânea é o nome mais lembrado entre os entrevistados. Entretanto, a avaliação positiva do candidato não é tão alta, permanecendo em 54% e que caiu nos últimos meses para 48% após ser acusado de negligência devido as fortes chuvas de Belo Horizonte que ocasionou a morte de 13 mortes na capital mineira.

No atual cenário das Eleições de 2020 resta esperar para saber qual vai ser o novo índice de aprovação após a divulgação da lista oficial de candidatos, o que segundo o calendário do Supremo Tribunal Eleitoral deve acontecer em agosto.



Vereadores eleitos em Belo Horizonte em 2016

·       - Áurea Carolina (PSOL) 17.420
·       - Professor Wendel Mesquita (PSB) 13.277
·       - Wellington Magalhães (PTN) 13.191
·       - Juninho Los Hermanos (PSDB) 12.866
·       - Bispo Fernando Luiz (PSB) 12.645
·       - Bim da Ambulância (PSDB) 11.490
·       - Repórter Rafael Martins (PMDB) 11.342
·       - Álvaro Damião (PSB) 10.869
·       - Gabriel (PHS) 10.185
·       - Jorge Santos (PRB) 8.503
·       - Marilda Portela (PRB) 8.457
·       - Juliano Lopes (PTC) 7.714
·       - Doorgal Andrada (PSD) 7.227
·       - Pedro Patrus (PT) 6.961
·       - Pastor Henrique Braga (PSDB) 6.939
·       - Autair Gomes (PSC) 6.615
·       - Dr. Nilton (PROS) 6.472
·       - Edmar Branco (PT do B) 6.319
·       - Gilson Reis (PC do B) 6.223
·       - Orlei (PT do B) 6.133
·       - Pedrão do Depósito (PPS) 5.529
·       - Mateus Simões (NOVO) 5.522
·       - Reinaldo Preto Sacolão (PMDB) 5.492
·       - Arnaldo Godoy (PT) 5.341
·       - Preto (DEM) 5.305
·       - Carlos Henrique (PMN) 5.206
·       - Hélio da Farmácia (PHS) 5.175
·       - Elvis Côrtes (PSD) 4.867
·       - Nely do Valdivino (PMN) 4.765
·       - Catatau da Itatiaia (PSDC) 4.708
·       - Pedro Bueno (PTN) 4.641
·       - Jair di Gregório (PP) 4.621
·       - Claudio da Drogaria Duarte (PMN) 4.513
·       - Eduardo da Ambulância (PTN) 4.441
·       - Flávio dos Santos (PTN) 4.396
·       - Fernando Borja (PT do B) 4.384
·       - Irlan Melo (PR) 4.047
·       - Léo Burguês de Castro (PSL) 3.519
·       - Cida Falabella (PSOL) 3.454
·       - Wesley Autoescola (PHS) 3.341
·       - Osvaldo Lopes (PHS) 3.018

Ameaças a lei de acesso a informação no Brasil

O novo governo de extrema direita do Brasil elevou drasticamente a quinta-feira, o número de funcionários públicos que lhes permite declarar informações como "secreta" e "ultrasecreta", enfraquecendo uma lei de transparência promulgada em 2011 para fazer a prestação de contas ao governo.

O decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, enquanto o presidente Jair Bolsonaro está em Davos, permite que funcionários civis, chefes de agências e executivos de alto escalão de empresas estatais -cargos nomeados politicamente - informações classificadas como "secreta".

Anteriormente, a classificação de "ultrasecreta" só podia ser invocada, o presidente, o vice-presidente, funcionários a nível do Gabinete, comandantes militares e chefes de missões diplomáticas e consulares permanentes no exterior. O número de pessoas que podiam invocar a designação de "secreta" era apenas ligeiramente mais alta.

O decreto-feira, entregue depois que Bolsonaro afirmou em uma apresentação em Davos é uma nova era de transparência da política e dos negócios do Brasil, significa que é provável que mais registros públicos ficariam fora do alcance de grupos civis, jornalistas e cidadãos comuns.

A decisão altera a lei de 2011 de Acesso à Informação, aprovada para garantir o acesso aos registros dos governos locais, estaduais e federal em nome da democracia.

A perspectiva em relação ao acontecimento é de que a democracia brasileira possa estar ainda mais fragilizada, visto que o que já era difícil de se acompanhar pela Lei de Acesso a informação seria ainda mais oculta do público e daqueles que contribuem para divulga-la e traduzi-la à população, papel da imprensa como um todo, em especial aos jornalistas – um dos principais ataque do presidente Bolsonaro. Seria esse mais um?



Como a lei funciona hoje


A lei de acesso a informação hoje é considerado o “canal de transparência do governo”, como se fosse uma abertura dos dados sobre como é gasto o dinheiro e cada passo que as instituições dão e precisam divulgar por meio dos sites institucionais, gratuitamente.